Mercado e calendário
A prateleira de dezembro se decide agora
- Por
- Michelle Nunes
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Quando o cliente final entra na loja procurando presente de Natal, a compra do lojista já deveria ter acontecido há meses. No varejo, a hora de vender e a hora de comprar acontecem em datas diferentes, e confundir as duas é o jeito mais comum de perder uma temporada.
Trabalhamos com cerca de três meses entre a preparação e a data de venda. Não é regra fixa: cada marca tem o seu prazo, e produto de pré-venda pode pedir ainda mais antecedência. Por isso, antes de planejar, confirme com a equipe a disponibilidade e o prazo de cada item.
O que entra no radar agora
Em outubro:
- reposição de utilidades e decoração;
- esquenta da Black Friday;
- Natal e presentes;
- balões e taças para o Ano Novo;
- volta às aulas e papelaria;
- Carnaval de 2027.
Em novembro:
- abastecer a loja antes do recesso de fim de ano das importadoras;
- presentes, volta às aulas e Carnaval continuam no radar.
E janeiro?
Depois das festas vem a época de arrumar a casa: potes, organização de armário, área de serviço. Essa venda também se prepara antes. A compra acontece em novembro, para a mercadoria estar na loja quando o cliente começar a procurar.
O que muda no seu planejamento
- Separe as datas: quando começar a divulgar a data, quando comprar, quando a mercadoria precisa chegar e quando o cliente compra.
- Confirme antes de contar com a mercadoria: prazo de fábrica, faturamento e transporte variam de marca para marca.
- Se a janela ideal já passou, trabalhe com o que ainda é possível. Reposição de produto com estoque confirmado pode ter prazo menor.
Na Nunes, não prometemos chegada para salvar o calendário. Mostramos o que ainda dá tempo de fazer e com quais condições.